Tracker e Kwid não competem diretamente pelo mesmo comprador — um é SUV compacto, o outro é hatch de entrada com visual aventureiro — mas os dois são opções populares entre carros flex no Brasil, e vale comparar como o segmento (peso, motorização) afeta o ponto de equilíbrio entre gasolina e etanol.
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Chevrolet Tracker 1.0 Turbo
O Tracker é um SUV compacto com motor 1.0 turbo flex, mais pesado que os hatches da nossa base — reflexo disso, tem um dos pontos de equilíbrio mais baixos cadastrados: 69,8%.
Renault Kwid 1.0
O Kwid é um dos carros de entrada mais procurados por quem compra o primeiro veículo, com visual inspirado em SUVs mas mecânica de compacto urbano — ponto de equilíbrio de 71,1%.
Comparação lado a lado
| Veículo | Gasolina (km/l) | Etanol (km/l) | Ponto de equilíbrio |
|---|---|---|---|
| Chevrolet Tracker 1.0 Turbo | 13,9 | 9,7 | 69,8% |
| Renault Kwid 1.0 | 14,9 | 10,6 | 71,1% |
Ponto de equilíbrio: qual vale mais a pena
O Renault Kwid 1.0 tem ponto de equilíbrio de 71,1%, contra 69,8% do Chevrolet Tracker 1.0 Turbo — uma diferença de 1.3 pontos percentual. Isso significa que, quando o etanol custa entre 69,8% e 71,1% do preço da gasolina, os dois carros recebem recomendações diferentes: o Renault Kwid 1.0 ainda indicaria etanol, enquanto o Chevrolet Tracker 1.0 Turbo já indicaria gasolina.
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A diferença de 1,3 ponto percentual entre os dois ilustra bem como o peso do veículo pesa na conta: o Tracker, mais pesado por ser um SUV, tem margem menor para o etanol que o Kwid, um hatch mais leve. Quem está escolhendo entre os dois provavelmente já decidiu pelo segmento (SUV vs. hatch) antes de pensar em combustível — mas, para quem já tem um dos dois, a margem de 69,8% ou 71,1% é a referência a usar.